Um algo um pouco impossível de algo mais além parecendo miragem. Miragem inconcretizada agora ilusão? Ou será o apreciável do incerto o sentido da vida que constroi os momentos indecifrados do ser?
Algo faz crescer e algo faz querer mais sem saber querer. Um relaxamento alguém do possível humano, despir de ideias e do ego numa potência existêncial do eu com o tudo.
E será essa a ilusão da existência? Ou a certeza do acto egoísta de viver? Em que construímos pelo único propósito de nos dar uma prenda que altera o mundo como ele poderia ser. Ele já não é d'ele. É a nossa expressão no seu ponto máximo, um contínuo de esforços para que apenas seja possível.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Rebrotar
Sensações crepúsculares que nos encaminham etéreamente a um destino ainda não cruzado.
A uma potencialidade do ser e não ser, uma dúvida singela que se quer e se sente, mas não se tem. Será por esse questionamento do eu que algo tão desconfortável à matéria em estado neutro se torna um conforto incessante dum desconforto permanente? Onde tudo é o que era mas é mais ainda, o que se vê, vê-se um pouco além ou deixa de se ver, e os olhos são cegos ao que não querem.
E ter a noção dessa realidade sem a querer negar, um sofrego pelo afogamento claro em desejo e subtileza. Um suspiro sem ar mas que provoca um alívio desconcertante no plexo e na razão.
Será uma dúvida ou uma certeza? Ou algo deambulante por entre rios desconhecidos e selvagens onde só anda quem se deixa sentir ou a quem não se o permite.
Tudo é um tom óbvio e tosco mas deixa de o ser por que não se quer. E é a modéstia do olhar e a facilidade entre as palavras os elementos conspurcados por um algo mais, que não quer deixar de ver.
Uma esperança algo rasgada que mantém a sua existência no limiar dos sentidos, que prefere permanecer e não cair, mas não descer com receio de sumir.
E depois?
A uma potencialidade do ser e não ser, uma dúvida singela que se quer e se sente, mas não se tem. Será por esse questionamento do eu que algo tão desconfortável à matéria em estado neutro se torna um conforto incessante dum desconforto permanente? Onde tudo é o que era mas é mais ainda, o que se vê, vê-se um pouco além ou deixa de se ver, e os olhos são cegos ao que não querem.
E ter a noção dessa realidade sem a querer negar, um sofrego pelo afogamento claro em desejo e subtileza. Um suspiro sem ar mas que provoca um alívio desconcertante no plexo e na razão.
Será uma dúvida ou uma certeza? Ou algo deambulante por entre rios desconhecidos e selvagens onde só anda quem se deixa sentir ou a quem não se o permite.
Tudo é um tom óbvio e tosco mas deixa de o ser por que não se quer. E é a modéstia do olhar e a facilidade entre as palavras os elementos conspurcados por um algo mais, que não quer deixar de ver.
Uma esperança algo rasgada que mantém a sua existência no limiar dos sentidos, que prefere permanecer e não cair, mas não descer com receio de sumir.
E depois?
domingo, 17 de janeiro de 2010
Com mãos frias tento mais,
Com mãos frias sinto que nunca faço o suficiente,
Com mãos frias então espero,
Com mãos frias tento aquecer-me.
Mas mãos frias não aquecem,
Mãos frias não trabalham..
Com mãos frias tocar no rosto dói mais..
Por que estou com mãos frias?
É a ausência de tanto que navega na minha inocente ignorancia.
E pergunto por quê.
Continuo à espera e não percebo que tÊm de partir de mim.
Dói o não poder dar tudo o que quero...
Não sei e não me respondem.
Mas esta escrita não me faz mais sentido...
Lembrei-me agora em palavras simples, da resposta que quero ouvir
Quando há mãos frias há um coração quente...
Então que me gelem as mãos e que me arda o peito
domingo, 13 de dezembro de 2009
Agora, quero...
O que é a vida realmente?
O que a faz andar?
O que fazemos aqui?
Se o mundo fosse só energia seriamos seres de luz? Seria isso melhor ou pior?
Não sei nada do Futuro.. O passado não posso mudar.
Tudo o que sei está aqui e é agora que tenho de reajir a ele.
É agora que quero o abraço de uma mãe, o conforto de um pai.
É agora que quero uma idiotice para dizer ao meu irmão.
É agora que quero sentir o beijo suave e o toque profundo do meu amor.
É agora que quero sentir uma gargalhada de uma amiga e uma piada de um amigo.
Tudo é agora mas temos sempre de esperar por amanha.
Para mais e termos mais e sermos mais.
Sou viciada na vida e isto é estúpido de dizer. Mas sou.
Se não fosse não quereria o abraço de uma mãe, o conforto de um pai, agora.
Se não fosse não quereria uma idiotice para dizer ao meu irmão, agora.
Se não fosse não quereria sentir o beijo suave e o toque profundo do meu amor, agora.
Se não fosse não quereria sentir uma gargalhada de uma amiga e uma piada de um amigo, agora.
Mas o que é a vida realmente?
O que a faz andar?
O que fazemos aqui?
Se o mundo fosse só energia seriamos seres de luz? Seria isso melhor ou pior?
Não sei nada do Futuro.. O passado não posso mudar.
Tudo o que sei está aqui e é agora que tenho de reajir a ele.
E continuo a seguir. Tenho as mesmas perguntas, as questões pelo amanhã.
Quero ser feliz, agora e estou feliz. Pois posso ter tudo o que quero. Mesmo que não seja agora.
E continuo a seguir, viciada na vida pelo beijo que quero sentir agora, que irei sentir amanhã.
E no agora de amanhã também serei feliz, com esse beijo e aquele abraço, desejados.
Só não posso mudar a mim mesma, não quero mudar a mim mesma. Sou assim por que sou eu, mais ninguém o vai ser por mim.
Quero ser feliz sendo eu, ao teu lado, ao lado deles e ao vosso lado.
Quero ser feliz e é por isso que continuo.
O que a faz andar?
O que fazemos aqui?
Se o mundo fosse só energia seriamos seres de luz? Seria isso melhor ou pior?
Não sei nada do Futuro.. O passado não posso mudar.
Tudo o que sei está aqui e é agora que tenho de reajir a ele.
É agora que quero o abraço de uma mãe, o conforto de um pai.
É agora que quero uma idiotice para dizer ao meu irmão.
É agora que quero sentir o beijo suave e o toque profundo do meu amor.
É agora que quero sentir uma gargalhada de uma amiga e uma piada de um amigo.
Tudo é agora mas temos sempre de esperar por amanha.
Para mais e termos mais e sermos mais.
Sou viciada na vida e isto é estúpido de dizer. Mas sou.
Se não fosse não quereria o abraço de uma mãe, o conforto de um pai, agora.
Se não fosse não quereria uma idiotice para dizer ao meu irmão, agora.
Se não fosse não quereria sentir o beijo suave e o toque profundo do meu amor, agora.
Se não fosse não quereria sentir uma gargalhada de uma amiga e uma piada de um amigo, agora.
Mas o que é a vida realmente?
O que a faz andar?
O que fazemos aqui?
Se o mundo fosse só energia seriamos seres de luz? Seria isso melhor ou pior?
Não sei nada do Futuro.. O passado não posso mudar.
Tudo o que sei está aqui e é agora que tenho de reajir a ele.
E continuo a seguir. Tenho as mesmas perguntas, as questões pelo amanhã.
Quero ser feliz, agora e estou feliz. Pois posso ter tudo o que quero. Mesmo que não seja agora.
E continuo a seguir, viciada na vida pelo beijo que quero sentir agora, que irei sentir amanhã.
E no agora de amanhã também serei feliz, com esse beijo e aquele abraço, desejados.
Só não posso mudar a mim mesma, não quero mudar a mim mesma. Sou assim por que sou eu, mais ninguém o vai ser por mim.
Quero ser feliz sendo eu, ao teu lado, ao lado deles e ao vosso lado.
Quero ser feliz e é por isso que continuo.
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